quinta-feira, 25 de março de 2010

Google AdWords | Tribunal Europeu de Justiça decide a favor da Google


Ontem, o Tribunal Europeu de Justiça confirmou que a Google não infringiu a lei das marcas registadas ao permitir aos anunciantes escolham palavras-chave que correspondam às marcas registadas dos seus concorrentes. O mesmo Tribunal confirmou ainda que a Lei europeia que protege os serviços de alojamento de Internet aplica-se ao sistema de publicidade Google AdWords.

A questão que chegou ao Tribunal Europeu de Justiça era sobre se os anunciantes deveriam ser autorizados a escolher livremente as palavras-chave quando pretendem chegar aos utilizadores de Internet. Por outras palavras, se os anunciantes estão autorizados a mostrar os seus anúncios sempre que um utilizador faz uma pesquisa utilizando a marca de outra empresa.

Segundo Harjinder S. Obhi, Senior Litigation Counsel, EMEA da Google «A nossa orientação tem sido sempre que a publicidade deverá beneficiar os utilizadores e o nosso objectivo é assegurar que esses anúncios são relevantes e úteis. Vamos analisar a decisão ao mesmo tempo que iremos continuar a trabalhar para nos assegurarmos de que continuamos a oferecer publicidade que seja percebida pelos nossos utilizadores como sendo valiosa e relevante».

Fundada em 1998 por Larry Page e Sergey Brin, na altura em que tiravam um doutoramento na universidade de Stanford, a Google é hoje um dos mais populares Web sites no mundo. Sedeada em Silicon Valley, a Google tem escritórios por toda a América, Europa e Ásia.
Fonte: Marketeer

@ no Museum of Modern Art

O símbolo @, que em português se diz “arroba”, vai fazer parte da colecção permanente do Museum of Modern Art (MoMA), em Nova Iorque. A @ é um ícone da Internet – mas já tem séculos de existência.

O símbolo vai estar permanentemente em exibição, mas o tipo de letra em que é impresso vai mudando. “De cada vez, indicaremos o tipo de letra específico, tal como indicamos os materiais de que um objecto físico é feito”, explica, no site do museu, a curadora do departamento de arquitectura e design, Paola Antonelli.

E é precisamente por ser não ser um objecto físico que a arroba é também uma novidade para o MoMA: “A aquisição da @ dá mais um passo. Fundamenta-se na ideia de que a posse física de um objecto como condição para uma aquisição já não é necessária, e portanto deixa os curadores livres para etiquetar o mundo e reconhecer coisas que “não podem ser tidas” – porque são muito grandes (edifícios, o Boing 747, satélites) ou porque estão no ar e pertencem a toda a gente e a ninguém – como a @”.

O símbolo é hoje quase omnipresente, por ser usado em endereços de e-mail. Mas, até há poucas décadas, era um quase desconhecido – apesar de ter séculos de existência.

Segundo a explicação de Antonelli, há linguistas que acreditam que a @ já existia no século VI ou VII, como símbolo para a palavra latina ad, que significa “para”, “em direcção a” ou “em”.

O símbolo foi também encontrado em documentos muito mais tardios, sendo usado para designar uma ânfora, um tipo específico de vaso, que era também uma unidade de medida. A palavra arroba (que é também usada pelos espanhóis para designar o símbolo @) é, em português, uma unidade de medida, correspondendo a perto de 15 quilos.

A @ – que é também ocasionalmente usada como notação contabilística – chegou aos teclados das máquinas de escrever ainda no século XIX. Mas permaneceu sem grande uso – e essa foi uma das razões que levou o engenheiro americano Ray Tomlinson a usá-la para os endereços de um sistema pioneiro de e-mail, em 1971.

Outra das razões foi o facto de o símbolo permitir transformar um endereço de e-mail numa frase legível em inglês. Em inglês, @ lê-se “at” – utilizador@gmail.com lê-se “utilizador at gmail.com”, o que se pode traduzir por “utilizador em gmail.com”, o que por sua vez significa “utilizador no servidor de e-mail gmail.com”.

A escolha de Tomlinson acabou por tornar célebre a arroba.

Mais recentemente, em línguas como o português e o espanhol, o símbolo tem sido usado para escrever rases sem género – por exemplo, “Meus car@s”, em vez de “Meus caros/as”.
Fonte: Público

Publicidade Online está mais criativa


A publicidade de display para a Internet vale-se cada vez mais da criatividade e da interacção. Esta é pelo menos a percepção da agência de meios Creative Partner, com base em dados recolhidos ao longo dos últimos anos.

A análise da empresa às campanhas desenvolvidas por si nos últimos seis anos mostra um crescimento global no click-through rate (CTR - percentagem do número de utilizadores que clicou na peça sobre o número de impressões servidas), "associado essencialmente à aposta na criatividade e na interactividade das peças".

Verifica-se ainda que os formatos mais tradicionais utilizados pelos sites vão registando um decréscimo nas taxas de cliques, ao contrário dos formatos mais inovadores que apresentam taxas acima da média.

O Layer é, entre os formatos mais comuns, aquele que regista CTRs mais elevados. A seu favor está o facto de ser um formato que normalmente apresenta grandes dimensões e um posicionamento que quase "obriga" o utilizador a prestar-lhe atenção. A taxa de clique de um Layer está, contudo, muito dependente da criatividade, alerta a Creative Partner.

Peças extensíveis, com vídeos ou jogos e que despertam a reacção do utilizador, são as que terão maior probabilidade de resultar junto do público, defende a empresa de planeamento e compra de espaço publicitário online.

"As agências criativas e os suportes têm feito um esforço no sentido de fomentar cada vez mais a interactividade entre os utilizadores e as peças", refere a Creative Partner no estudo. "Estes factores e a consciência de que o online é um meio com características particulares que deverão sempre ser aproveitadas, permitem uma maior eficiência e melhores resultados para as campanhas".

Fonte: SAPOtek

quarta-feira, 24 de março de 2010

Perfil do Marketeer segundo o Barómetro das Profissões do IPAM


O Barómetro das Profissões é um estudo trimestral, inserido na Investigação do IPAM Carreiras e pretende para além de analisar a oferta de emprego na área do Marketing, dar a conhecer as profissões que o mercado de trabalho procura e evidencia as competências e características solicitadas para cada perfil profissional.

A construção destes perfis será unicamente baseada em anúncios de recrutamento publicados no Jornal Expresso, e contempla os anúncios publicados entre os dias 1 de Outubro e 31 de Dezembro de 2009. Assim, esta edição do Barómetro das Profissões refere-se às ofertas de emprego publicadas no quarto trimestre do ano de 2009, que solicitam formação superior em Marketing.

Neste período foram publicados 1171 anúncios relativos à publicação impressa (13 semanários) e à publicação efectuada diariamente na versão online, dos quais foram seleccionados 72 anúncios que solicitavam candidatos com formação superior na área no Marketing (6,1%). Assim, estes 72 anúncios são os que constituem o alvo de análise deste barómetro.

O marketeer mais procurado pelo mercado, possui em média 3 ou 4 anos de experiência em funções similares, é licenciado, domina a informática na óptica do utilizador, bem como a língua inglesa e demonstra facilidade ao nível da comunicação. Estas são, de acordo com o estudo realizado pelo Instituto Português de Administração de Marketing (IPAM), algumas das características mais valorizadas num marketeer pelas empresas que pretendem, neste momento, recrutar no mercado profissionais com formação nesta área.

A análise permite aferir que a preferência e a aposta das empresas recai sobretudo em profissionais experientes. Quase metade dos anúncios (43,9%) exige candidatos com uma experiência mínima que oscila entre os 3 e 4 anos. Do total de anúncios que refere a experiência profissional como um critério de selecção (93,1%), a maioria (88,1%) manifesta primazia por candidatos com provas dadas em funções similares. O grau de licenciatura é exigido pela totalidade das empresas para admissão dos candidatos.

As empresas do ramo do Comércio e da Distribuição são aquelas que mais oportunidades de emprego proporcionaram aos marketeers, representando 20% do total de anúncios. O sector farmacêutico (10,8%) e do Turismo e Lazer (9,2%) estão entre aqueles que mais pretendem reforçar os seus quadros com profissionais da área do marketing. Importa também realçar que metade dos anúncios que mencionam a idade como um factor a ter em consideração no momento da escolha do candidato define a faixa etária entre os 25 e os 30 anos como limite para o recrutamento.

A profissão de Gestor de Unidade – que engloba a função de gestor de loja, de negócio e de mercado – é aquela que encabeça o top de solicitações na esfera do marketing, representando quase 20% do total dos anúncios. No segundo posto surge o Gestor de Marketing (15,3%), sendo que o pódio fica completo com a profissão de Gestor de Produto (12,5%). Entre as profissões menos solicitadas, encontra-se a de Director de Marketing, Gestor de Vendas e Gestor de Marca.

A maioria dos anúncios (62,1%) publicados durante o período em análise é dirigida à região de Lisboa e Vale do Tejo, enquanto que 24,2% solicitammarketeers para desempenhar funções na região Norte. O Algarve e o Alentejo, respectivamente com dois e um anúncios, são as regiões de Portugal Continental onde as ofertas de emprego são mais escassas.

Quanto às exigências ao nível das capacidades linguísticas, 75% das ofertas de emprego valorizam o conhecimento e o domínio do Inglês. Entre as características comuns a qualquer anúncio de emprego, o domínio informático na óptica do utilizador é claramente a mais requisitada. A facilidade de comunicação (30,6%) e a disponibilidade para deslocações (25%) também integram o lote dos factores gerais mais apreciados.

"Limpar Portugal" recolheu 50 mil toneladas de resíduos


O valor final foi calculado estatisticamente com base na informação obtida junto de alguns dos Sistemas Municipais e Autarquias (SMAUT) que aderiram ao projecto "Limpar Portugal", recebendo os diversos tipos de resíduos recolhidos pelos voluntários. Dos espaços verdes foram retirados os mais diversos tipos de resíduos, entre embalagens de plástico e cartão, resíduos de equipamentos eléctricos e electrónicos como frigoríficos e outros electrodomésticos, resíduos de construção e demolição, móveis, entre muitos outros.


O próprio Presidente da República esteve envolvido na acção, participando activamente na limpeza da freguesia de Colares em Sintra. A Ministra do Ambiente, Dulce Pássaro, e o Secretário de Estado do Ambiente, Humberto Rosa, estiveram também no terreno, nos concelhos da Marinha Grande e Proença-a-Nova, respectivamente.


Para além dos voluntários que estiveram no terreno, o projecto "Limpar Portugal" contou com o apoio de inúmeras empresas e instituições que ofereceram os seus bens e serviços, bem como das principais entidades da tutela na área da sustentabilidade.


Os organizadores do projecto congratulam-se com a adesão das pessoas a esta iniciativa, mesmo num dia de condições atmosféricas adversas. "Os principais objectivos foram alcançados, sobretudo ao nível da sensibilização das pessoas que, tendo participado no Limpar Portugal, no futuro, não permitirão que os despejos de resíduos em locais indevidos fiquem impunes à lei e, assim, não haja necessidade de repetir uma acção deste género e com esta dimensão", revelam os três fundadores do projecto.


Fonte: TVnet

Oliva | A nova marca de restauração da Jerónimo Martins


Há seis meses que a Jerónimo Martins vinha desenvolvendo o projecto Oliva, que hoje apresentou à imprensa no primeiro restaurante, aberto a 20 de Janeiro, na Avenida da República, em Lisboa. No espaço com 230 m2 e 92 lugares sentados, a proposta é de “inspiração mediterrânica” e dirige-se a «todos os que procurem uma refeição saudável» como define Luís Carvino, responsável de negócio Oliva. O azeite, o tomate e as ervas aromáticas são a base das receitas desenvolvidas: saladas, pastas e sobremesas compõem para já um menu confeccionado na hora e com produtos frescos que, a partir de Abril, passará a incluir também pizzas numa vertente de massa integral. E em que os pratos principais rondam os 6-8 euros de preço.

É um negócio para «expandir a sério», afirmou Luís Carvino depois de indicar que o plano de aberturas para 2010 contempla duas novas lojas na zona da Grande Lisboa, dentro ou fora de centros comerciais. Sem revelar o valor de investimento feito pelo Grupo neste novo projecto, o responsável confirma a hipótese de vir a internacionalizar o conceito, justificando assim a escolha do nome “Oliva”.

Fonte: Marketeer

terça-feira, 23 de março de 2010

Google "abandona" China | Regime Chinês condena saída e avisa Estados Unidos contra politização

O regime de Pequim reagiu hoje de forma azeda à “totalmente errada” decisão da Google de fechar o seu motor de busca em território chinês, o qual estava sujeito a uma muito restritiva censura.

Num curto comunicado, o Ministério dos Negócios Estrangeiros asseverou que o Governo vai responder a esta decisão “de acordo com a lei”, depois de a empresa norte-americana ter anunciado na véspera que vai passar a redireccionar os seus utilizadores chineses para um outro portal, não censurado, em Hong Kong.

Esta medida compromete seriamente a imagem internacional do país, traduzindo-se numa declaração clara de uma das mais importantes empresas no mundo de que não está mais disposta a cooperar com o sistema de censura na Internet do Governo chinês.

Um porta-voz do ministério, Qin Gang, precisou em conferência de imprensa esta manhã que a decisão da Google constitui “um acto isolado” de uma empresa, o qual não deverá afectar as relações entre a China e os Estados Unidos a não ser que a mesma seja “politizada” por Washington.

Um outro responsável do Governo chinês, com responsabilidades sobre o ciberespaço, afirmara antes que “a Google violou a promessa escrita que fizera ao entrar no mercado chinês, ao decidir deixar de filtrar os resultados do seu motor de pesquisas e culpando a China com insinuações de que somos responsáveis por alegados ataques de hacking”.

“Tudo isto está totalmente errado. Opomo-nos determinadamente à politização de assuntos comerciais e expressamos à Google o nosso desagrado e indignação pelas suas acusações e conduta injustificadas”, avaliaria a mesma fonte, citada mas não identificada pela agência noticiosa estatal chinesa Xinhua.

A Google avisara em Janeiro passado que iria deixar de censurar o seu site na China, em resposta a uma série de muito sofisticados ataques de pirataria informática a algumas contas de email de seus utilizadores. Segundo a empresa norte-americana estes ataques foram feitos a partir da China, onde a Google já várias vezes se manifestara desagradada com as regras de censura que lhe eram impostas pelo Governo.

Mas para a grande maioria dos internautas chineses o redireccionamento do google.cn para o não censurado google.com.hk não produzirá efeitos muito significativos, uma vez que o Governo dispõe de um sistema de firewalls que bloqueiam à partida praticamente todas as possibilidades de acesso a conteúdos considerados “sensíveis” pelo regime – como menções ao Dalai Lama ou à Praça de Tiananmen.

Fonte: Público

Consumidores mais inteligentes graças ao comércio Online


A proliferação de novos mercados na Internet, como a venda de produtos em segunda-mão, está a contribuir para o surgimento de um novo tipo de consumidor mais racional e inteligente, o "consumidor-actor", sugere um estudo do Observador Cetelem sobre hábitos de consumo em tempos de crise.

Este novo tipo de consumidor está mais informado e disposto a desviar-se dos canais de distribuição clássicos para maximizar o seu poder de compra, refere a análise. Os mercados de segunda mão surgem assim como o novo símbolo de um consumidor-actor, permitindo economizar ou até mesmo ganhar dinheiro, já que dispensam intermediários, físicos ou virtuais.

Por agora, são sobretudo produtos baratos, como livros ou pequenos produtos de electrónica, os mais visados mas, segundo os europeus, o fenómeno de democratização e diversificação da venda de usados está efectivamente em curso.

Segundo o mesmo estudo, no mercado alimentar, apenas 22 por cento dos europeus considera substituir a compra em loja pela compra online. Em contrapartida, 57 por cento dos britânicos são favoráveis a este canal alternativo.

O mesmo acontece com os produtos financeiros, quando 57 por cento dos britânicos e 46 por cento dos eslovacos afirmam estar dispostos a substituir a sua agência bancária por um sistema Internet.

Relativamente ao mobiliário, 43 por cento dos alemães, 48 por cento dos britânicos e 54 por cento dos eslovacos são a favor da compra online em detrimento das lojas físicas.

Numa análise conjuntural, o Observador Cetelem conclui que o consumidor europeu está "mais optimista e disposto a consumir de forma mais racional e inteligente".

Fonte: SAPOtek

Maravilhas de Portugal com assinatura da Agência "Nossa"

A agência "Nossa" é a responsável pela campanha de publicidade para comunicar a eleição das 7 Maravilhas Naturais de Portugal, evento promovido pela New 7 Wonders. A campanha, que arrancou no Facebook, tem criatividade de Nuno Cardoso, Tiago Prandi, João Moura, Luís Brito e Maria Caldeira e marcará presença em televisão, imprensa, rádio, internet, outdoors e redes sociais até ao dia 11 de Setembro, data da cerimónia oficial.

Carris consulta seis agências


Blug, Brandia Central, Euro RSCG, McCann Erickson, Nossa e Tuper Operador de Turismo Alternativo são as agências que estão a participar no concurso que a Carris abriu para desenvolver acções de comunicação, de âmbito institucional, comercial e de comunicação interna, associadas ao Plano de Comunicação Carris Mobilidade Sustentável para 2010. Os resultados deverão ser conhecidos a 16 de Abril.

Ao M&P, Luís Vale, director de marketing e comunicação da empresa de transportes de Lisboa, referiu que a Carris quer “afirmar-se como um agente activo e dinamizador de um novo paradigma da mobilidade urbana. Para tal, o foco da estratégia e das acções da empresa têm vindo a estar, cada vez mais, centradas no mercado e no cliente, utilizando uma comunicação impactante, reposicionando a marca, de modo a captar segmentos que, tradicionalmente, não utilizam o transporte público”. O desafio passa por associar os transportes públicos a um estilo de vida moderno, cosmopolita e ambientalmente responsável. Exemplo disso é o movimento Menos Um Carro, lançado em Outubro de 2009, que pretende funcionar como fórum de debate sobre a mobilidade sustentável, envolvendo as redes sociais. Este movimento, considera Luís Vale, pretende “criar um ambiente psicológico mais favorável para a necessária mudança de paradigma da mobilidade urbana. A Carris, uma vez mais, é pioneira ao lançar este movimento, que, em 2010, se deverá alargar, quer a outros operadores de transporte, quer a outros parceiros da sociedade civil”.