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quinta-feira, 25 de março de 2010

Coloca a tua casa visível no Google Earth


A sua empresa ou edifício ainda não é visível no Google Earth? Este não é um problema difícil de resolver. Junte algumas fotografias a uma aplicação que a empresa lançou e está quase resolvido o problema.

O Google Building Maker permite criar modelos a três dimensões a partir de fotografias que se juntam aos blocos do programa. Está disponível em várias línguas, incluindo o português.

Para experimentar é possível ter uma conta Google activa, mas o serviço é gratuito. Quando terminar a construção envie o resultado. Este será analisado numa lógica de comparação, caso já existam outras sugestões para o mesmo edifício e ganha o melhor.

Fonte: SAPOtek

Google AdWords | Tribunal Europeu de Justiça decide a favor da Google


Ontem, o Tribunal Europeu de Justiça confirmou que a Google não infringiu a lei das marcas registadas ao permitir aos anunciantes escolham palavras-chave que correspondam às marcas registadas dos seus concorrentes. O mesmo Tribunal confirmou ainda que a Lei europeia que protege os serviços de alojamento de Internet aplica-se ao sistema de publicidade Google AdWords.

A questão que chegou ao Tribunal Europeu de Justiça era sobre se os anunciantes deveriam ser autorizados a escolher livremente as palavras-chave quando pretendem chegar aos utilizadores de Internet. Por outras palavras, se os anunciantes estão autorizados a mostrar os seus anúncios sempre que um utilizador faz uma pesquisa utilizando a marca de outra empresa.

Segundo Harjinder S. Obhi, Senior Litigation Counsel, EMEA da Google «A nossa orientação tem sido sempre que a publicidade deverá beneficiar os utilizadores e o nosso objectivo é assegurar que esses anúncios são relevantes e úteis. Vamos analisar a decisão ao mesmo tempo que iremos continuar a trabalhar para nos assegurarmos de que continuamos a oferecer publicidade que seja percebida pelos nossos utilizadores como sendo valiosa e relevante».

Fundada em 1998 por Larry Page e Sergey Brin, na altura em que tiravam um doutoramento na universidade de Stanford, a Google é hoje um dos mais populares Web sites no mundo. Sedeada em Silicon Valley, a Google tem escritórios por toda a América, Europa e Ásia.
Fonte: Marketeer

terça-feira, 23 de março de 2010

Google "abandona" China | Regime Chinês condena saída e avisa Estados Unidos contra politização

O regime de Pequim reagiu hoje de forma azeda à “totalmente errada” decisão da Google de fechar o seu motor de busca em território chinês, o qual estava sujeito a uma muito restritiva censura.

Num curto comunicado, o Ministério dos Negócios Estrangeiros asseverou que o Governo vai responder a esta decisão “de acordo com a lei”, depois de a empresa norte-americana ter anunciado na véspera que vai passar a redireccionar os seus utilizadores chineses para um outro portal, não censurado, em Hong Kong.

Esta medida compromete seriamente a imagem internacional do país, traduzindo-se numa declaração clara de uma das mais importantes empresas no mundo de que não está mais disposta a cooperar com o sistema de censura na Internet do Governo chinês.

Um porta-voz do ministério, Qin Gang, precisou em conferência de imprensa esta manhã que a decisão da Google constitui “um acto isolado” de uma empresa, o qual não deverá afectar as relações entre a China e os Estados Unidos a não ser que a mesma seja “politizada” por Washington.

Um outro responsável do Governo chinês, com responsabilidades sobre o ciberespaço, afirmara antes que “a Google violou a promessa escrita que fizera ao entrar no mercado chinês, ao decidir deixar de filtrar os resultados do seu motor de pesquisas e culpando a China com insinuações de que somos responsáveis por alegados ataques de hacking”.

“Tudo isto está totalmente errado. Opomo-nos determinadamente à politização de assuntos comerciais e expressamos à Google o nosso desagrado e indignação pelas suas acusações e conduta injustificadas”, avaliaria a mesma fonte, citada mas não identificada pela agência noticiosa estatal chinesa Xinhua.

A Google avisara em Janeiro passado que iria deixar de censurar o seu site na China, em resposta a uma série de muito sofisticados ataques de pirataria informática a algumas contas de email de seus utilizadores. Segundo a empresa norte-americana estes ataques foram feitos a partir da China, onde a Google já várias vezes se manifestara desagradada com as regras de censura que lhe eram impostas pelo Governo.

Mas para a grande maioria dos internautas chineses o redireccionamento do google.cn para o não censurado google.com.hk não produzirá efeitos muito significativos, uma vez que o Governo dispõe de um sistema de firewalls que bloqueiam à partida praticamente todas as possibilidades de acesso a conteúdos considerados “sensíveis” pelo regime – como menções ao Dalai Lama ou à Praça de Tiananmen.

Fonte: Público

sábado, 20 de março de 2010

Google Street View | Google não mapeou bairro da Camorra

Na falta de uma explicação oficial, os jornais italianos especulam: a Google não se terá atrevido a percorrer as estradas de Gomorra, título do livro do jornalista Roberto Saviano sobre a máfia napolitana que deu origem a um filme com o mesmo nome.
Como tantas cidades do mundo, Nápoles aparece com grande pormenor nos mapas do serviço Street View da Google, mas há toda uma clareira, o bairro Scampia, reinado da Camorra.

Apesar da conclusão mais ou menos óbvia de que os carros com câmaras no tejadilho que o ano passado percorreram Lisboa a gravar ruas com detalhes como a roupa estendida nas janelas não arriscaram entrar nas ruas da máfia, a verdade é que na Street View há imagens da rua Baki, cenário como Scampia de muitas emboscadas. E em Palermo, por exemplo, casa da Cosa Nostra, não há ilhas a negro como a de Scampia no mapa de Nápoles, nem nos bairros mais complicados de Zen ou Brancaccio.

Interrogada pelo jornal “Corriere della Sera”, a empresa respondeu que "por vezes os nossos carros não entram em zonas onde as ruas são particularmente estreitas". Ora as ruas de Scampia não são mais estreitas do que as do Red Light District de Amesterdão nem do que as ruas de vários bairros de Lisboa. "O serviço depende da estrutura internacional, temos de perguntar-lhes. Um dia estará disponível", respondeu ainda a Google italiana.

Os jornais também confirmaram que ninguém a trabalhar para o serviço de mapas do maior motor de busca na Internet fez qualquer denúncia de intimidação junto da polícia.

Scampia, que é um subúrbio de crime, mas também de gente normal, talvez tenha ficado de fora pela fama: foi ali que uma guerra de clãs fez 139 mortos em 2004.


Experimente o Google Street View a partir daqui

Fonte: Público

GOOGLE.PT já faz pesquisa em tempo real

As últimas actualizações em sites como o Twitter e o Facebook passaram a fazer parte dos resultados das pesquisas feitas na versão portuguesa do motor de busca.


A funcionalidade já está disponível desde Dezembro na versão internacional do Google e foi agora alargada às versões traduzidas (o termo usado no meio é "localizadas") do motor de busca.
A pesquisa em tempo real permite ao utilizador obter resultados de pesquisas que incluem a actividade em redes sociais (Facebook, MySpace, FriendFeed), na blogosfera e no Twitter.


Fonte: Público

quinta-feira, 18 de março de 2010

Google leva Chrome para o ecrã da televisão

A Google está a preparar-se para lançar um serviço para navegação na Internet através da televisão. A notícia é avançada pelo The New York Times, que cita uma fonte "com conhecimento do projecto".

Com um interface adaptado ao formato televisivo, a Google TV deverá permitir a pesquisa online, baseada numa versão nova e optimizada do Chrome, mas também o acesso a programas como o YouTube, jogos e redes sociais.

De acordo com a mesma fonte, o projecto para criação da nova plataforma está a ser desenvolvido em parceria com a Sony, a Intel e a Logitech e deverá contemplar o acesso tirando partido, tanto da nova geração de televisores com ligação à Internet, como de caixas descodificadoras que estão a ser preparadas pelas empresas.

A tecnologia que promete trazer a Google para a sala de estar será baseada no sistema operativo de código aberto para telemóveis Android e vai usar chips Atom da Intel. Está prevista também a criação de um teclado remoto e de pequenas dimensões, acrescenta o jornal - que diz ainda que faz parte da iniciativa abrir a plataforma à colaboração dos programadores, fornecendo um kit de software para o efeito.

Segundo afirma o The New York Times, apesar das empresas se recusarem a comentar, estarão a trabalhar no projecto há vários meses, tendo já iniciado os testes às caixas descodificadoras, em parceria com a Dish Network, um fornecedor de televisão por satélite.

A confirmarem-se, os planos da Google não constituem um conceito totalmente novo, sendo várias as empresas a manifestaram interesse em fornecer conteúdos de Internet adaptados à navegação a partir de televisores. A principal concorrente da Google no mercado das pesquisas, a Yahoo, anunciou em 2008 uma parceria com nomes como a Intel, Samsung, Toshiba, Twitter, CBS ou Blockbuster para criação do Widget Channel, que visa garantir acesso a algumas aplicações de Internet enquanto se vê televisão.


Fonte: SAPOtek

terça-feira, 16 de março de 2010

Google introduz inovações no Blogger e apresenta Google Reader Play

A Google lançou hoje o bloguer template designer, uma funcionalidade no blogger in draft um espaço experimental no qual os utilizadores poderão conhecer todas as novas funcionalidades oferecidas pelo blogger. 

De modo a ajudar à criação de um blogue único, a Google assegura ligação ao iStockphoto que dá aos utilizadores a possibilidade de escolha entre centenas de fotografias de alta qualidade. A Google anunciou também que as equipas do Google Reader e Google Labs passaram a disponibilizar o Google Reader Play, um produto experimental que torna acessível a todos os utilizadores, a informação mais interessante do Google Reader e permite actuais utilizadores do Reader uma nova forma de visualizarem os seus feeds.
Disponível para já em Inglês, o Google Reader Play (www.google.com/reader/play) é uma nova forma para procurar informação interessante na Internet, fácil de utilizar e que permite também a personalização em função dos interesses dos utilizadores. A utilização do Reader Play não necessita de conta Google, de selecção prévia dos feeds, de qualquer configuração complicada nem que os utilizadores saibam o que são feeds RSS.
No Google Reader Play, os itens são apresentados um a um, e cada um é apresentado numa forma de um slide. Após a leitura de um item, o utilizador poderá andar para trás e para frente ao longo dos itens disponíveis que se ajustam automaticamente à janela em função do seu formato. O novo produto experimental permite também a personalização pelos utilizadores já que à medida que se pesquisa no Google Reader Play, um utilizador poderá sinalizar o interesse por um item . Essa informação será depois utilizada para mostrar outros itens nos quais o utilizador poderá também ter interesse.
Os utilizadores poderão ainda seleccionar categorias permitindo que lhe seja apenas apresentado esse tipo de informação.


Fonte: TVnet

domingo, 14 de março de 2010

Google acusa a Espanha de censurar a Internet

O motor de busca Google desprestigiou a Espanha num Congresso realizado nos Estados Unidos, esta quarta-feira, sobre democracia, segurança e liberdade de expressão na Internet, onde se analisaram as técnicas de censura dos Governos às páginas web.

Utilizando um caso isolado, a proibição de uns blogs que clamavam o boicote a produtos catalães, a vice-presidente do Google, Nicole Wong, comparou a Espanha a regimes que aplicam repressões sistemáticas na Internet, como a China ou o Irão, informa «El País».

«O Google tem sido um foco habitual dos esforços governamentais para limitar a liberdade de expressão porque a nossa tecnologia e serviços permitem às pessoas acesso a uma audiência mundial. Mais de 25 Governos bloquearam os serviços do Google nos últimos anos», declarou Wong no testemunho entregue pelo Google para inclusão nos arquivos do Congresso.

Espanha encontra-se na lista de países acusados de censura pelo Google, tratando-se da segunda ocasião que isso acontece.

«A partir de agora, qualquer congressista que vá ao arquivo do Capitólio vai encontrar a lista de países. Os congressistas podem pensar que a política da Espanha relativamente à Internet é igual à da China», afirmou o chefe de gabinete de um representante do Congresso, acrescentando que se coloca a questão «Porque está a Espanha nesta lista?». 



Fonte: TVI24

sábado, 13 de março de 2010

Facebook | Actualização automática de localização

Os utilizadores do Facebook poderão, em breve, ver a sua localização automaticamente actualizada no seu perfil nesta rede social. Esta funcionalidade deverá ser apresenta no próximo mês numa conferência que junta os criadores de aplicações para esta rede social

A notícia é avançada pelo New York Times, sendo que a empresa não confirmou a mesma.
Segundo o mesmo jornal a ferramenta de geolocalização do Facebook irá ter duas vertentes: uma que permite aos utilizadores partilhar directamente a sua localização com os amigos, e uma outra que se materializa num programa que permite a empresas terceiras criar aplicações de partilha da localização para o Facebook.
É esperado que esta questão venha mais uma vez relançar as preocupações com a privacidade e a segurança dos utilizadores desta rede social, que há pouco tempo já teve que lidar com preocupações deste tipo, quando tentou que os utilizadores tornassem públicas mais informações do que até então.
As fontes consultadas pelo jornal, no entanto, consideram que esta funcionalidade irá ser opcional.


Fonte: SOL