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quinta-feira, 25 de março de 2010
Coloca a tua casa visível no Google Earth
A sua empresa ou edifício ainda não é visível no Google Earth? Este não é um problema difícil de resolver. Junte algumas fotografias a uma aplicação que a empresa lançou e está quase resolvido o problema.
O Google Building Maker permite criar modelos a três dimensões a partir de fotografias que se juntam aos blocos do programa. Está disponível em várias línguas, incluindo o português.
Para experimentar é possível ter uma conta Google activa, mas o serviço é gratuito. Quando terminar a construção envie o resultado. Este será analisado numa lógica de comparação, caso já existam outras sugestões para o mesmo edifício e ganha o melhor.
Fonte: SAPOtek
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‘Emoticons’ animados não convencem pai do :-)
Chama-se Scott Fahlman, é norte-americano e tem 62 anos. Com estes dados é difícil descortinar de quem se fala, mas inventou um dos símbolos mais usados nas telecomunicações informáticas, hoje em dia, o :-). Não gosta dos emoticons animados e, em declarações à Folha Online, assume que nunca recebeu dinheiro pela ‘invenção’.
Aos 28 anos – era 19 de Setembro de 1982 – Scott Fahlman não adivinhava o sucesso que a sua invenção viria a ter em todo o mundo.
«De vários ângulos, aquela foi uma das coisas mais desinteressantes que já fiz na vida», disse à Folha Online o inventor do :-).
Eram exactamente 11h44 quando, em Pittsburgh, na Pensilvânia, enviou um email para a rede que integrava na Universidade Carnegie Mellon, para que daí em diante não houvesse mais confusões entre emails sérios e divertidos.
Os emails descontraídos deveriam, então, conter um :-), ao passo que nos outros deveria constar um :-(.
Poucas semanas depois, os emoticons circulavam noutras redes, noutros países, e com outras formas.
Ainda assim, Scott Fahlman estabelece limites: «Não gosto daqueles círculos amarelos e dos emoticons animados. São feios, estragam toda a diversão. É mais desafiador tentar descobrir maneiras de expressar as emoções humanas usando só o conjunto padrão de caracteres do alfabeto romano».
Fonte: SOL
sábado, 20 de março de 2010
Google Street View | Google não mapeou bairro da Camorra
Na falta de uma explicação oficial, os jornais italianos especulam: a Google não se terá atrevido a percorrer as estradas de Gomorra, título do livro do jornalista Roberto Saviano sobre a máfia napolitana que deu origem a um filme com o mesmo nome.
Como tantas cidades do mundo, Nápoles aparece com grande pormenor nos mapas do serviço Street View da Google, mas há toda uma clareira, o bairro Scampia, reinado da Camorra.
Apesar da conclusão mais ou menos óbvia de que os carros com câmaras no tejadilho que o ano passado percorreram Lisboa a gravar ruas com detalhes como a roupa estendida nas janelas não arriscaram entrar nas ruas da máfia, a verdade é que na Street View há imagens da rua Baki, cenário como Scampia de muitas emboscadas. E em Palermo, por exemplo, casa da Cosa Nostra, não há ilhas a negro como a de Scampia no mapa de Nápoles, nem nos bairros mais complicados de Zen ou Brancaccio.
Interrogada pelo jornal “Corriere della Sera”, a empresa respondeu que "por vezes os nossos carros não entram em zonas onde as ruas são particularmente estreitas". Ora as ruas de Scampia não são mais estreitas do que as do Red Light District de Amesterdão nem do que as ruas de vários bairros de Lisboa. "O serviço depende da estrutura internacional, temos de perguntar-lhes. Um dia estará disponível", respondeu ainda a Google italiana.
Os jornais também confirmaram que ninguém a trabalhar para o serviço de mapas do maior motor de busca na Internet fez qualquer denúncia de intimidação junto da polícia.
Scampia, que é um subúrbio de crime, mas também de gente normal, talvez tenha ficado de fora pela fama: foi ali que uma guerra de clãs fez 139 mortos em 2004.
Como tantas cidades do mundo, Nápoles aparece com grande pormenor nos mapas do serviço Street View da Google, mas há toda uma clareira, o bairro Scampia, reinado da Camorra.
Apesar da conclusão mais ou menos óbvia de que os carros com câmaras no tejadilho que o ano passado percorreram Lisboa a gravar ruas com detalhes como a roupa estendida nas janelas não arriscaram entrar nas ruas da máfia, a verdade é que na Street View há imagens da rua Baki, cenário como Scampia de muitas emboscadas. E em Palermo, por exemplo, casa da Cosa Nostra, não há ilhas a negro como a de Scampia no mapa de Nápoles, nem nos bairros mais complicados de Zen ou Brancaccio.
Interrogada pelo jornal “Corriere della Sera”, a empresa respondeu que "por vezes os nossos carros não entram em zonas onde as ruas são particularmente estreitas". Ora as ruas de Scampia não são mais estreitas do que as do Red Light District de Amesterdão nem do que as ruas de vários bairros de Lisboa. "O serviço depende da estrutura internacional, temos de perguntar-lhes. Um dia estará disponível", respondeu ainda a Google italiana.
Os jornais também confirmaram que ninguém a trabalhar para o serviço de mapas do maior motor de busca na Internet fez qualquer denúncia de intimidação junto da polícia.
Scampia, que é um subúrbio de crime, mas também de gente normal, talvez tenha ficado de fora pela fama: foi ali que uma guerra de clãs fez 139 mortos em 2004.
Experimente o Google Street View a partir daqui
segunda-feira, 15 de março de 2010
Censura à Internet viola os direitos humanos
Muitos governos servem-se da Internet para controlar a liberdade de expressão nos seus países. Em muitos casos, as novas formas de comunicação electrónicas são restringidas a fim de as administrações melhor controlarem os seus dissentes internos. Estas são as conclusões do mais recente relatório anual do Departamento de Estado norte-americano, que aponta o dedo acusador à China como um dos países que mais controla os seus cidadãos através da Web.
O relatório - que elenca vários casos de violações aos direitos humanos em todo o mundo - é descrito pela secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, como uma “importante ferramenta no desenvolvimento de uma estratégia prática e efectiva dos direitos humanos pelo governo dos EUA”.
O documento frisa que o governo chinês tem estado entre aqueles que mais controlam e bloqueiam as comunicações. Pequim mantém sob vigilância apertada todos aqueles que possam constituir uma ameaça à unidade do país e ao Partido Comunista, nomeadamente os activistas tibetanos e a minoria uighur.
O governo [chinês] “aumentou os seus esforços no sentido de monitorizar a utilização da Internet, de restringir informação, de bloquear o acesso a sites estrangeiros e domésticos, de encorajar a autocensura e de punir todos aqueles que violam as regras”, indica o relatório.
“O governo [chinês] bloqueia o acesso a sites seleccionados operados por grandes plataformas noticiosas estrangeiras, organizações de saúde, governos estrangeiros, instituições educativas e redes sociais, bem como motores de busca, que facilitam as comunicações e a mobilização dos utilizadores”, indica ainda o relatório, citado pela BBC.
Paradigmático desta censura é o caso que opõe a Google às autoridades chineses, que continuamente censuram os resultados devolvidos pelo motor de busca do gigante tecnológico. A Google está a manter conversas com as autoridades chinesas para saber se é possível manter o motor de busca sem ser obrigada a censurar os resultados das pesquisas. Caso não haja acordo, a empresa deverá encerrar a actividade neste país.
O Irão é outros dos países citado no relatório, nomeadamente por causa do bloqueio às redes sociais Facebook e Twitter, proibidas no contexto das eleições que reelegeram o Presidente Ahmadinejad, no último Verão.
“Antes das eleições presidenciais de Junho, no próprio dia das eleições e durante os protestos de 27 de Dezembro, quando as autoridades detiveram mil pessoas e pelo menos oito foram mortas em protestos de rua, o governo bloqueou o acesso ao Facebook, ao Twitter e a outras redes sociais”, indica o relatório.
Depois da divulgação do relatório, Pequim acusou Washington de hipocrisia. “Os Estados Unidos não só têm um péssimo nível doméstico de violações aos direitos humanos como são os responsáveis por diversos desastres humanos em todo o mundo”, indica um contra-relatório chinês, citado pela agência Xinhua.
“Especialmente numa altura como esta, em que o mundo está a sofrer um verdadeiro desastre humano causado pela crise financeira global que começou nos Estados Unidos, o governo norte-americano ignorou os graves problemas de direitos humanos domésticos e prefere acusar outros países”.
Fonte: Público
sábado, 13 de março de 2010
Desenvolvida bateria que se carrega com o movimento do corpo
A Nokia patenteou uma tecnologia que permite carregar uma bateria de dispositivos electrónicos através do movimento do corpo do utilizador
A tecnologia baseia-se em cristais piezoeléctricos e destina-se a evitar que os aparelhos fiquem sem bateria em momentos inesperados, quando o utilizador não tem por perto o carregador.
De acordo com informação avançada pelo The Times, a patente será compatível com vários tipos de aparelhos, como telemóveis, computadores portáteis ou leitores de MP3, entre outros.
Para funcionar a bateria é integrada numa plataforma flexível instalada nos dispositivos electrónicos, que tem um componente que permite criar electricidade quando sente movimento.
O diário britânico refere que a fabricante finlandesa ainda não tem data para começar a comercializar estas baterias.
A tecnologia baseia-se em cristais piezoeléctricos e destina-se a evitar que os aparelhos fiquem sem bateria em momentos inesperados, quando o utilizador não tem por perto o carregador.
De acordo com informação avançada pelo The Times, a patente será compatível com vários tipos de aparelhos, como telemóveis, computadores portáteis ou leitores de MP3, entre outros.
Para funcionar a bateria é integrada numa plataforma flexível instalada nos dispositivos electrónicos, que tem um componente que permite criar electricidade quando sente movimento.
O diário britânico refere que a fabricante finlandesa ainda não tem data para começar a comercializar estas baterias.
Fonte: SOL
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sexta-feira, 12 de março de 2010
Comércio electrónico emerge a grande velocidade em Portugal
O comércio electrónico está em tendência ascendente em Portugal. O Barómetro ACEPI/Netsonda aponta para um crescimento do número de sites na internet com volumes de vendas superiores a um milhão de euros, em Portugal, no quarto trimestre de 2009. O estudo demonstra ainda que mais de metade dos inquiridos afirma ter registado um crescimento de cerca de 20% do número de clientes que fez compras no seu site. Por sector de vendas, a liderança é da electrónica/telemóveis, casa, arte, decoração e informática.
Para além disso, cerca de um quinto dos sites terá tido mais de 50 mil clientes no período em análise, e 39% das entidades inquiridas afirma ter mais de 10 mil clientes neste canal.
Entre as entidades que forneceram informação estatística para este estudo estão o Jumbo, CGD, Cetelem, Continente, CTT, FlyTaP, Fnac, La Redoute, Lardocelar, Leilões.net, Miau, Moviflor, Staples, TMN, Vobis, Vodafone, Vortal e Worten, entre outros.
Fonte: Marketeer | Estudo de Mercado
Desmantelada maior rede mundial de computadores pirateados
A Guarda Civil espanhola anunciou ter desmantelado, em colaboração com o FBI norte-americano, a maior rede mundial de computadores pirateados, com mais de 13 milhões de máquinas contaminadas, e deteve três espanhóis que dirigiam a rede.
Estes "computadores zombies", espalhados em mais de 190 países, estavam sob o controlo de delinquentes, que tinham posto a funcionar esta rede e que podiam subtrair dados pessoais, nomeadamente bancários, com o desconhecimento dos donos dos computadores, acrescentou.
Os computadores pertenciam a particulares, mas também a empresas privadas e a organismos públicos.
No computador do responsável desta rede detido em Fevereiro no País Basco espanhol, a Guarda Civil encontrou informações pessoais de mais de 800 mil utilizadores.
"Tivemos a sorte que esta rede estivesse nas mãos de uma pessoa que não estava consciente do delito potencial", declarou o comandante da Guarda Civil, Juan Salom, responsável da investigação, numa conferência de imprensa em Madrid.
Fonte: Diário de Notícias
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domingo, 1 de novembro de 2009
Realidade Aumentada | Layar
O portal Casa Sapo já tem disponível o sistema Layar ou "Realidade Aumentada" para utilizadores que possuam iPhone ou um smartphone equipado de Android.
Para os mais curiosos de novas tecnologias - vejam o vídeo em baixo
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