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quinta-feira, 25 de março de 2010

Especialista defende código de conduta para redes sociais


As empresas deviam criar um código de conduta, em colaboração com os seus funcionários, como solução para evitar conflitos laborais decorrentes dos comentários depreciativos colocados nas redes sociais online.

A ideia é sugerida por Milena Melo que em declarações à Lusa defendeu que o aparecimento crescente de "questões laborais sensíveis relacionadas com o uso das redes sociais é preocupante", sobretudo "se não houver sensibilização por parte das empresas".

A directora da WeFind, que participa esta quinta-feira de manhã no seminário "Redes Sociais: Do código de conduta à reputação das empresas", aponta o caso concreto dos pilotos da TAP que foram sujeitos a um curso de ética imposto pela empresa depois de terem feito comentários depreciativos no Facebook. "Se as pessoas não pensarem na forma como usam as redes sociais podem surgir problemas graves".

Nesse sentido, a responsável defende a criação de códigos de conduta nas empresas "em parceria" com os trabalhadores, sublinhando que o envolvimento dos funcionários na sua elaboração é fundamental para um resultado positivo para ambas as partes. "É importante que as empresas apostem em sensibilização, formação e reflexão sobre estes assuntos", reitera.

Milene Melo ressalva o direito à opinião e liberdade de expressão reservado a cada cidadão, mas alerta que "não podemos ser ingénuos e pensar que aquilo que publicamos numa rede social não tem consequências".

Fonte: SAPOtek

Para Rir | O Facebook na vida real


Muito Bom..! :D

Nestlé | Crise no Facebook


A Nestlé gerou recentemente polémica na sua página do Facebook ao assumir uma atitude algo autoritária com os seus seguidores: informou os cerca de 90.000 fãs que os comentários à marca seriam bem-vindos, mas que não deveriam usar o logótipo da Nestlé numa versão alterada como imagem do perfil, ameaçando mesmo que «seria eliminada». A verdade é que alguns utilizadores da rede social tinham começado a usar a famosa imagem dos pássaros no ninho para comunicar a sua preocupação com o meio ambiente numa controvérsia associada à utilização do óleo de palma na produção do chocolate Kit Kat, levando mesmo a Greenpeace a criar um vídeo viral sobre o assunto.

Os utilizadores criticaram a atitude do moderador da Nestlé que assim respondeu: «Agradecemos as lições de bons modos, mas é a nossa página e por isso somos nós que fazemos as regras». Contestação generalizada, o moderador comprometeu-me a refrear a sua atitude, ainda que a Nestlé tenha decido manter no topo da sua página no Facebook a mensagem sobre más utilizações do logótipo.

Fonte: Marketeer

quinta-feira, 18 de março de 2010

Facebook alvo de novo ataque

Os clientes do Facebook são o alvo de uma nova tentativa de ataque. O esquema, divulgado num alerta da McAfee, tem como objectivo capturar dados pessoais e de acesso a contas bancárias ou outros serviços online.

A forma como actua é por via de uma mensagem de correio electrónica, enviada aos utilizadores, informando-os de que as suas senhas de acesso à rede social foram alteradas. Para ter acesso às novas credenciais terão de abrir um ficheiro anexo à mensagem.

Se o destinatário da mensagem o fizer instalará no PC vários programas indesejados, incluindo um desenhado para roubar dados, nomeadamente senhas pessoais.
Citado pela imprensa internacional Dave Marcus, da McAfee, teme que o ataque venha a conseguir resultados com alguma expressão tendo em conta o elevado número de utilizadores do Facebook. Com cerca de 400 milhões de clientes activos, o Facebook é a mais importante rede social da actualidade. Se o ataque for bem sucedido apenas em 10 por cento dos seus utilizadores já serão 4 milhões os afectados pelo esquema.

O Facebook não comenta o caso concreto, mas um porta-voz da empresa remete para informação já publicada sobre o tema, onde adverte os utilizadores para os perigos das mensagens falsas e recomenda que qualquer mensagem suspeita seja apagada. A expressão do Facebook tornou-o um dos destinatários favoritos dos burlões informáticos e o número de tentativas para usar o serviço e outros igualmente populares tem-se tornado cada vez mais relevante.

Em actuação continua também o Koobface, um worm que já tinha sido detectado pelas empresas de segurança e considerado extremamente perigoso. Os laboratórios da Kaspersky avisam os utilizadores do Facebook e do Twitter, principais visados por mais este esforço de controlo de PCs dos utilizadores que circulam por estes serviços sociais.

O Kooface infecta sites legítimos para que actuem como proxies para o seu principal servidor de comando e controlo. O número de servidores que os computadores infectados com o Koobface usam para obter comandos e actualizações remotos tem-se mantido na centena, com alguma veriações.


Fonte: SAPOtek

Facebook ganha frente ao Google

O Facebook teve mais quota de acessos do que o Google durante o mês de Março.

Mais pessoas escolheram entrar em www.facebook.com do que em www.google.com. Estes são os dados de tráfego da Hitwise, uma empresa especializada em contabilizar os acessos dos cibernautas. A companhia refere que na semana de 13 de Março a rede social teve mais audiência que o gigante norte-americano, dentro dos EUA.

Na semana passada, o Facebook representou 7,07 por cento dos acessos no tráfego norte-americano, enquanto que o Google ficou pelos 7,03 por cento. Os dados divulgados têm mostrado uma subida constante do Facebook, ao lado de uma manutenção dos valores do Google desde há um ano.
Fonte: TVnet

segunda-feira, 15 de março de 2010

Facebook vai valer mil milhões de dólares este ano

O valor do Facebook este ano deve ultrapassar a marca dos mil milhões de dólares, de acordo com as estimativas do site Inside Facebook. O rápido crescimento deve-se à «publicidade de performance», ou seja, quando as empresas, através de anúncios na rede social, direccionam os utilizadores para os seus próprios jogos.

O site de relacionamentos já ultrapassou os 400 milhões de utilizadores activos, a grande maioria deles jogador activo do Farmville, que, por sua vez, já ultrapassou a marca de 80 milhões de jogadores activos num mês, de acordo com a AppData. Diariamente, segundo a mesma pesquisa, 29,7 milhões de utilizadores activos acedem ao jogo no Facebook.

Os dados mensais da aplicação representam cerca de 20% dos quase 400 milhões de membros daquela rede social. Para a AppData, são considerados utilizadores activos aqueles que acederam ao jogo pelo menos uma vez em 30 dias.

As conclusões da pesquisa só vêm reforçar os resultados apresentados pela PopCap Games que, após ter inquirido cinco mil utilizadores de sites de relacionamento nos EUA e no Reino Unido, avançou que a maioria (69%) tinha admitido jogar «FarmVille», o jogo mais referido, uma ou mais vezes por semana.

O título de agricultura virtual assinou recentemente uma parceria com a Microsoft, no sentido de ser disponibilizado a 500 milhões de utilizadores do MSN Games e do Windows Live Messenger (MSN).



Fonte: Diário Digital

Facebook e Twitter são os principais concorrentes da CNN

Presidente da estação televisiva teme ameaça das redes sociais

As redes sociais na Internet, como o Facebook ou o Twitter, são as principais concorrentes da CNN revelou o presidente da estação, Jon Klein, desvalorizando a ameaça dos restantes canais televisivos de informação, avança a «France Press».

«A concorrência de que tenho verdadeiramente medo é a das redes sociais», fez saber Klein, à margem de uma conferência sobre o futuro dos meios de comunicação social, que decorre esta quinta-feira, em Nova Iorque.

Para o presidente da CNN, as redes sociais são «uma alternativa que ameaça a empresa de conseguir aumentar o seu público», afirmou Jon Klein.

Fonte: TVI24

sábado, 13 de março de 2010

A Quinta que arrasta milhões de utilizadores


Internet. Acordar às 5 da manhã para colher tomate é a mania dos novos agricultores... Não acredita? Conheça o mundo FarmVille 


Mais de 80 milhões de agricultores virtuais por mês, 31 milhões por dia. É este o número de pessoas que se juntam numa aplicação da rede social Facebook para gerir e aumentar a produção animal e agrícola nas suas "quintas" do FarmVille.

Dos 400 milhões de utilizadores do Facebook, um quinto aderiu à moda da agricultura virtual, a um ritmo de 10 milhões de novos agricultores a cada mês. O número é mais impressionante sabendo que esta contabilidade só atinge quem usou a aplicação pelo menos uma vez no último mês, refere a Mashable.

A responsável por este sucesso é a empresa de jogos online Zynga que, em Dezembro, foi valorizada em 1,1 mil milhões de euros no caso de ir para a Bolsa. A empresa lançou antes o PetVille e depois o FishVille para lidar nos aquários com o sucesso que teve em terra. Este jogo também acedeu à lista dos dez jogos mais procurados no Facebook, liderado pelo FarmVille, mas onde também estão presentes outros sucesso da empresa como o MafiaWars (o nome é elucidativo) ou o Café World, onde se é gestor de um restaurante e se tem de satisfazer a clientela.

O FarmVille foi testado esta semana num telemóvel Android, antecipando o caminho da agricultura virtual para os telemóveis e aproximando-o ainda mais da sua origem no Tamagotchi, um pequeno brinquedo portátil de enorme sucesso lançado em 1996 pela japonesa Bandai e que obrigava os utilizadores a "alimentá-lo" sob pena de assistirem à sua "morte".

Cruzando a filosofia do Tamagotchi com simuladores lúdicos como a série The Sims e a tendência pela agricultura urbana, em que os citadinos tratam de pequenos espaços nas suas cidades para ali plantar flores ou produtos agrícolas, o FarmVille tornou-se um sucesso.

Brian Reynolds, da Zynga, explicou na semana passada que o jogo demorou cinco semanas a concretizar por uma equipa de 15 a 20 pessoas e teve um custo entre 114 mil e 341 mil euros. Mas "o investimento não termina no lançamento" e é necessário continuar a interessar os jogadores com novidades, referiu ao site Gamasutra, para criar uma "magia social" e um "capital social" de relevância entre os seus utilizadores. A entreajuda é valorizada com pontuação positiva, o que incentiva a fertilizar a quinta do vizinho ou a pedir ajuda para certas tarefas necessárias ao sucesso das plantações. Surgida em Julho de 2007, a Zynga analisa em tempo real os interesses dos jogadores e adequa rapidamente os mesmos para a maioria. A procura por programadores e antecipando o interesse dos jogadores na Índia (mais de 81 milhões de utilizadores da Internet) levou-a a abrir este mês um novo espaço em Bangalore.

O rumor de que o FarmVille passaria a ser pago a partir de Abril foi rapidamente desmentido esta semana, apesar do dinheiro que a empresa recebe pela venda de bens virtuais não chegar para as despesas. No entanto, alguns dados revelam como a empresa se mexe num mercado interessante. Segundo um inquérito revelado este mês pelo Information Services Group, realizado para a empresa de jogos casuais online Popcap Games, o perfil deste tipo de jogador é feminino com 43 anos.

38% das mulheres inquiridas afirmam jogar várias vezes ao dia, perante apenas 29% de homens que declaram o mesmo. O Facebook é a plataforma mais procurada (83% das respostas) e 28% declaram já ter adquirido bens virtuais com dinheiro real.


Fonte: DN

Facebook | Actualização automática de localização

Os utilizadores do Facebook poderão, em breve, ver a sua localização automaticamente actualizada no seu perfil nesta rede social. Esta funcionalidade deverá ser apresenta no próximo mês numa conferência que junta os criadores de aplicações para esta rede social

A notícia é avançada pelo New York Times, sendo que a empresa não confirmou a mesma.
Segundo o mesmo jornal a ferramenta de geolocalização do Facebook irá ter duas vertentes: uma que permite aos utilizadores partilhar directamente a sua localização com os amigos, e uma outra que se materializa num programa que permite a empresas terceiras criar aplicações de partilha da localização para o Facebook.
É esperado que esta questão venha mais uma vez relançar as preocupações com a privacidade e a segurança dos utilizadores desta rede social, que há pouco tempo já teve que lidar com preocupações deste tipo, quando tentou que os utilizadores tornassem públicas mais informações do que até então.
As fontes consultadas pelo jornal, no entanto, consideram que esta funcionalidade irá ser opcional.


Fonte: SOL